"... se há um pecado contra a vida, não é talvez tanto o desesperar dela, quanto o esperar uma outra vida, e assim furtar-se à implacável grandeza desta."
"Quando uma vez se teve a sorte de amar violentamente, passa-se a vida a procurar de novo esse ardor e essa luz."
(Camus)
já amei violentamente.
ResponderExcluirHoje penso que foi uma experiência válida, mas que espero não mais vivenciar.
Naquela época perdi as rédeas da minha vida. Me sentia uma embarcação prestes a naufragar. Agora estou no controle novamente e assim é melhor.
Nicole,
ResponderExcluirfalar desse tema é complicado. O amor ninguém sabe o que é, talvez nunca se soube nem se saberá, creio que é possível sabê-lo mais pelo sentimento do que pela razão, às vezes depois de tê-lo perdido. Talvez seja o que Drummond disse:
"Carlos, sossegue, o amor
é isso que você está vendo:
hoje beija, amanhã não beija,
depois de amanhã é domingo
e segunda-feira ninguém sabe
o que será."
O problema maior está naquela forma que não é correspondida. Os outros acabam encontrando seu caminho.
Creio que embutido no amor esteja um sem-número de complicações, não é aquele mar-de-rosas pintado em geral pelo cinema e pelos romances e pode muito bem conduzir ao sentimento que você viveu/sofreu.
Grato pelo comentário...